(17/12/2009) - Priscila Castro
Dia em que as casas se enchem de brilho e de cor, árvores enfeitadas na sala, Papai Noel, festas, muitos presentes e em todos os meios de comunicação se vê a saudação: Feliz Natal e boas compras! Em meio a tanta preocupação em possuir não sobra tempo para meditar na simples frase: “E o Verbo Divino se fez carne e habitou entre nós.”.
A mentalidade consumista que é implantada pelo comércio, vende uma falsa felicidade, conquistada com a “comercialização” de um Natal sem sentido, empobrecendo a rica Festa de Deus.
Enquanto uns esperam Papai Noel, a Igreja espera o Emanuel (Deus conosco). Nas escolas sempre é contado a história do bom velhinho que presenteia as crianças que se comportaram durante o ano, muito raramente é dito sobre o nascimento do Menino de Nazaré. Assim, as crianças crescem sem saber o porquê da comemoração natalina e passam a dar pouca importância à data.
Aos poucos, a vinda do Salvador é escondida, destruindo a esperança das pessoas na Vida Eterna e acabando com o desejo da santidade. Muitos por não contemplar o Natal dignamente, têm perdido o nascimento de Cristo em suas vidas.
A celebração da primeira vinda de Jesus vem caindo no esquecimento por causa de um consumismo desenfreado e uma banalização do verdadeiro sentido do Natal. É necessário que as famílias cristãs mantenham vivo o testemunho de Cristo em seus lares para não permitir que o grande mistério da Encarnação seja ocultado.
